O espelho anuncia o seu mais novo refém
Levando toda culpa por um crime de ninguém
Esquece que o mundo não dá voltas por você
Mas sabe que, no fundo, nem o pó vai te acolher
Mas sabe que, no fundo, nem o pó vai te acolher
...
São sempre as mesmas ruas que te cercam sem parar
São sempre as mesmas vozes, furiosas a cantar
Se esconde em meio aos cacos do espelho que quebrou
Não vê que a própria sombra também já te abandonou
São sempre as mesmas vozes, furiosas a cantar
Se esconde em meio aos cacos do espelho que quebrou
Não vê que a própria sombra também já te abandonou
...
Tanto tempo pra nada
Tantas cartas marcadas
Marcam todos os passos
...


